Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

19
Jan 08

 Foto da Net

 
 A Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) determinou que 2008 será o Ano Internacional do Planeta Terra. Com isso, a ONU pretende chamar a atenção da população mundial para a necessidade da preservação dos recursos naturais do nosso planeta e da procura de um modelo de desenvolvimento sustentável. Numa época em que o aquecimento global se torna uma grande ameaça para o clima, esta decisão da ONU é acertada. Espera-se que o tema não seja apenas discutido em assembleias de organizações e governos, mas também que penetre nas casas, escolas, fábricas, etc. Afinal, todos somos um pouco responsáveis pelo perfeito funcionamento do nosso planeta.
É o planeta Terra a nossa casa comum. Incumbido por Deus para «o encher e dominar, para o cultivar e, também, para o guardar» (Gn1, 28 e Gn 2, 15), o que realmente acontece, é que o homem, na sua ambição e falta de respeito, cada vez o destrói mais.
Egoísta e insensato apenas pensa no momento imediato, procurando tirar dele o máximo proveito seja a que preço for e em que circunstâncias aconteça.
A Terra criada como um paraíso de Deus para os seres humanos (Gn2,8), está a tornar-se cada vez mais inabitável, mais poluída, mais agressiva e menos saudável.
Disso são exemplos as inúmeras catástrofes naturais, as alterações climáticas, as pandemias, etc.…
Ao não mudar de comportamento, o homem está a contribuir para a destruição do planeta e põe em causa o futuro dum bem comum que não lhe pertence em exclusivo e que tem obrigação de preservar e cuidar para que os seus filhos, netos e as gerações vindouras possam dele usufruir, em condições dignas e aceitáveis.
Daí, a grande responsabilidade que a todos cabe no sentido de evitar a sua deterioração.
Não deitar lixo para o chão; separar e depositar nos respectivos contentores, os vidros, os plásticos, o papel e o cartão; não destruir as árvores; não poluir os rios; evitar os fogos destruidores; poupar água e electricidade, são alguns dos muitos meios ao nosso alcance para mantermos viva a Terra onde vivemos.
Em recente entrevista ao L`Osservatore Romano, o Bispo regente do Tribunal da Penitenciaria Apostólica, D. Gianfranco Girotti, manifestou a preocupação do Vaticano perante as novas formas de pecado social que se manifestam na cultura globalizada dos nossos dias, referindo particularmente as experiências e manipulações genéticas, as drogas, a injustiça económica e a irresponsabilidade ambiental.
O nosso Planeta merece, pois, a melhor atenção. Estimemo-lo.
 Eis alguns dados interessantes sobre a Mãe – Terra:
 
 
Diâmetro equatorial: 12.756,27249 km.
 Inclinação axial: 23,45°.
 Composição em massa: 34,6% de Ferro; 29,5% de Oxigénio; 15,2% de Silício; 12,7% de Magnésio; 2,4% de Níquel; 1,9% de Enxofre; 0,05% de Titânio.

 Período de rotação: 23h 56m e 4,09966s (sideral).

 Área total da Terra: aproximadamente 510 milhões de quilómetros quadrados:
      361 milhões de km2 de água e 149 milhões de km2 de terra.

 Atmosfera: 78 % de Nitrogénio, 21% de Oxigénio e 1% de Argónio. Encontram-se também vestígios de água e dióxido de carbono.

 Temperatura no interior do Planeta: aproximadamente 5000° C.

  Temperatura na superfície: mínima de  – 88° C, média de 9° C e máxima de 60° C.
 Satélite natural da Terra: Lua.
(DN/Site Sua Pesquisa.com)
 
 
 
publicado por aosabordapena às 16:40

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