Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

08
Set 01

 

 

Realizou-se no próximo passado mês de Agosto, de 5 a 10, no Seminário do Verbo Divino, em Fátima, um Encontro Internacional de Oficinistas, encontro de “Experiência de Deus”, cujo animador foi o próprio fundador das Oficinas de Oração e Vida, Frei Ignácio Larrañaga.

Dos 400 participantes, oriundos de todas as dioceses do país e de alguns países lusófonos, cerca de 60 pertenciam à nossa diocese.

O encontro decorreu dentro da maior espiritualidade e numa atmosfera de silêncio e recolhimento, propícia à elevação e contemplação de Deus.

Frei Ignácio, com sabedoria e comunicação fácil, incisiva e penetrante, soube conduzir os presentes e incentivá-los à procura de Deus, eterna odisseia e aventura incessante, e fazê-los reflectir sobre os problemas que ensombram a vida dos católicos, tais como, a atrofia espiritual, a necessidade do revigoramento da fé, o compromisso vital na pessoa de Jesus.

Como Maria, a Senhora do Silêncio, Mãe Peregrina, foram os participantes convidados a abandonar-se nas mãos de Deus, como instrumentos dóceis, dispostos como Ela, a fazer a Sua vontade.

Reconciliação com o passado, sabedoria para enfrentar a batalha da vida, encontro com Deus na graça e na natureza, foram temas fortes de meditação que predispuseram os oficinistas à conquista da paz, ao desejo intenso de viver como Jesus viveu, na mansidão, paciência e humildade, numa relação de intimidade com Deus, no mar imenso das bem-aventuranças.

Com este encontro, as Oficinas de Oração saíram fortalecidas e apelam a todos os que as não conhecem, que não tenham medo. Venham experimentar a doçura de adorar a Deus, o bálsamo de alcançar a paz interior, o alívio de abandonar as mágoas, dores e sofrimento nas mãos de Deus.

 

 

publicado por aosabordapena às 18:21

03
Set 01

 

 

Celebra-se no dia 27 de Setembro, a festa de S. Vicente de Paulo que, Frederico Ozanam e seus companheiros, inspirados pelo seu pensamento e pela sua obra, escolheram para patrono da Sociedade que fundaram em 1833.

Corria o ano de 1608 quando o P. Vicente de Paulo, chegado a Paris, deparou com a miséria de milhares de homens, de mulheres e crianças que enchiam as ruas, pedindo esmola.

De noite, percorria-as, procurando crianças abandonadas que depois entregava a senhoras piedosas que as tratavam como verdadeiras mães.

Era entre os pobres, os doentes e as crianças que melhor se sentia.

Um dia, estando a pregar um sermão ao povo, apresentou o caso duma família constituída pelos pais e seis filhos, que viviam na maior penúria. Dizia ele: “meus filhos, numa quinta, aqui perto, há uma família de doentes e que nada têm para comer.

Dá, verdadeiramente, pena contemplar tão triste espectáculo! Jesus Cristo derramou o seu preciosíssimo sangue por todos nós. Certamente que Ele não quer que estes irmãos nossos vivam como estão a viver, com falta de tudo, até do mais necessário…”

Tais palavras geraram uma tal onda de generosidade cristã nos fiéis, que S. Vicente de Paulo se encarregou de organizar uma “Sociedade” para uma melhor distribuição dos donativos.

Nasceu assim, a primeira conferência da caridade dotada de um Centro, para onde era canalizada a generosa caridade dos ricos.

 

publicado por aosabordapena às 14:47

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