Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

09
Fev 02

 

 

 

Celebrou-se no passado dia 9 de Janeiro, o centenário do nascimento do fundador do Opus Dei, beato Josemaría Escrivá (1902-1975), beatificado pelo Papa João Paulo II, em 17 de Maio de 1992.

Sua Santidade aprovou, no dia 20 de Dezembro de 2001, um decreto que reconhece a cura milagrosa de um médico espanhol que padecia de uma grave doença nas mãos.

Josemaría Escrivá abriu novos caminhos de santidade na Igreja Católica, recordando que todos os homens e mulheres podem alcançar a santidade, realizando o seu trabalho e actividades quotidianas, com espírito cristão.

Aquando da sua beatificação, o Papa destacou o seu papel na chamada universal à santidade e ao apostolado, com relevo para a vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo.

O Opus Dei, recorde-se, é uma prelatura pessoal da Igreja Católica, com sede em Roma.

Actualmente, fazem parte da prelatura cerca de 80 mil pessoas dos cinco continentes.

A finalidade do Opus Dei é contribuir para a missão evangelizadora da Igreja, promovendo entre os fiéis cristãos de todas as condições, uma vida plenamente coerente com a fé, nas circunstâncias vulgares da existência humana, especialmente através da santificação do trabalho.

A prelatura propõe-se recordar que todos os cristãos, seja qual for a actividade secular a que se dediquem, devem cooperar na solução cristã dos problemas da sociedade e dar testemunho constante da sua fé.

 

PS: Josemaría Escrivá foi proclamado santo em 6 de Outubro de 2002 pelo Papa João Paulo II, na Praça de S. Pedro em Roma, perante uma grande multidão.

 

publicado por aosabordapena às 18:26

01
Fev 02

 

 (Centro Pastoral Paulo VI)

 
Realizou-se em Fátima, de 25 a 27 de Janeiro de 2002, o 1º Congresso Nacional dos Cursilhos de Cristandade, subordinado ao tema “Um Movimento para o séc. XXI”.
Aos pés da Virgem, os cursistas reuniram-se para reflectir acerca do seu papel na Pastoral da Igreja, numa atitude de acção de graças e, para receber novas energias, com vista a enfrentar os desafios da nova missão evangelizadora da Igreja, neste início do 3º. Milénio.
Foi reafirmada a necessidade dos cursilhos e da sua acção, essencial para se evangelizarem os ambientes hostis, onde impera o indiferentismo, o secularismo e o ateísmo.
Com efeito, é urgente sacudir a indiferença religiosa, descobrir a condição de filhos de Deus e potenciar a capacidade do homem para descobrir e de se descobrir em Deus.
É urgente combater o ateísmo e o secularismo dos nossos dias. Há demasiada concentração no temporal, no terreno, no episódico, factores que tornam o horizonte da vivência humana, fechado, vazio, sem sentido.
Sem o Criador, a criatura não subsiste. Daí a relevância do papel dos cursistas direccionado no sentido de ajudar os outros a encontrar Cristo Vivo e vivificante. Esta é a grande descoberta. Não é utopia. É realidade.
Foi ainda referido ser de primordial importância que o fermento profético levede, se avolume e espalhe, que se faça, nalguns situações, o primeiro anúncio jubiloso de Jesus Vivo e Ressuscitado a todos os que vivem no “sótão da vida” ou que experimentam enjoo da vida da fé.
É tarefa ingente que os cursistas, pela acção e testemunho vivencial, não podem descurar.
Daí a urgência, em mergulhar na fé e de embarcar, por vontade própria, no Cristianismo, e de uma adesão mística, renovada, ao fundamental cristão – viver na graça de Deus.
O Evangelho é a receita sadia para os problemas reais da vida, o meio mais eficaz para passar dum mundo solitário para um mundo solidário.
Por isso os cursistas foram convidados a repensar o compromisso assumido.
Quantos continuam a trilhar o caminho iniciado no Cursilho? Quantos continuam fiéis à Palavra de Jesus?
Foi ainda realçado o valor inestimável das intendências e a necessidade do Movimento as reforçar e estimular. Quantas famílias e ambientes regenerados, graças à oração e ao sacrifício dos Cursistas?
É tempo de decisões. Jesus continua a surpreender, a interpelar e a comover o homem, no dizer do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa que, citando João Paulo II, desafiou os cursistas “a fazerem-se ao largo”, pois o novo milénio espera por eles, para comunicar a Boa Nova de que Deus a todos nos ama.
Decididos a abandonar o comodismo, o conformismo, o pessimismo e a reafirmar a vontade num empenhamento evangelizador mais absorvente, os cursistas, cientes das suas fraquezas e limitações, entregaram os seus propósitos à Virgem e consagraram o Movimento a que pertencem, à Senhora de Fátima.
 
 
 
publicado por aosabordapena às 18:40

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