Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Fev 02

 

 (Centro Pastoral Paulo VI)

 
Realizou-se em Fátima, de 25 a 27 de Janeiro de 2002, o 1º Congresso Nacional dos Cursilhos de Cristandade, subordinado ao tema “Um Movimento para o séc. XXI”.
Aos pés da Virgem, os cursistas reuniram-se para reflectir acerca do seu papel na Pastoral da Igreja, numa atitude de acção de graças e, para receber novas energias, com vista a enfrentar os desafios da nova missão evangelizadora da Igreja, neste início do 3º. Milénio.
Foi reafirmada a necessidade dos cursilhos e da sua acção, essencial para se evangelizarem os ambientes hostis, onde impera o indiferentismo, o secularismo e o ateísmo.
Com efeito, é urgente sacudir a indiferença religiosa, descobrir a condição de filhos de Deus e potenciar a capacidade do homem para descobrir e de se descobrir em Deus.
É urgente combater o ateísmo e o secularismo dos nossos dias. Há demasiada concentração no temporal, no terreno, no episódico, factores que tornam o horizonte da vivência humana, fechado, vazio, sem sentido.
Sem o Criador, a criatura não subsiste. Daí a relevância do papel dos cursistas direccionado no sentido de ajudar os outros a encontrar Cristo Vivo e vivificante. Esta é a grande descoberta. Não é utopia. É realidade.
Foi ainda referido ser de primordial importância que o fermento profético levede, se avolume e espalhe, que se faça, nalguns situações, o primeiro anúncio jubiloso de Jesus Vivo e Ressuscitado a todos os que vivem no “sótão da vida” ou que experimentam enjoo da vida da fé.
É tarefa ingente que os cursistas, pela acção e testemunho vivencial, não podem descurar.
Daí a urgência, em mergulhar na fé e de embarcar, por vontade própria, no Cristianismo, e de uma adesão mística, renovada, ao fundamental cristão – viver na graça de Deus.
O Evangelho é a receita sadia para os problemas reais da vida, o meio mais eficaz para passar dum mundo solitário para um mundo solidário.
Por isso os cursistas foram convidados a repensar o compromisso assumido.
Quantos continuam a trilhar o caminho iniciado no Cursilho? Quantos continuam fiéis à Palavra de Jesus?
Foi ainda realçado o valor inestimável das intendências e a necessidade do Movimento as reforçar e estimular. Quantas famílias e ambientes regenerados, graças à oração e ao sacrifício dos Cursistas?
É tempo de decisões. Jesus continua a surpreender, a interpelar e a comover o homem, no dizer do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa que, citando João Paulo II, desafiou os cursistas “a fazerem-se ao largo”, pois o novo milénio espera por eles, para comunicar a Boa Nova de que Deus a todos nos ama.
Decididos a abandonar o comodismo, o conformismo, o pessimismo e a reafirmar a vontade num empenhamento evangelizador mais absorvente, os cursistas, cientes das suas fraquezas e limitações, entregaram os seus propósitos à Virgem e consagraram o Movimento a que pertencem, à Senhora de Fátima.
 
 
 
publicado por aosabordapena às 18:40

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