Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Jan 05

 

 

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Decorre de 18 a 25 de Janeiro, a Semana da Unidade Cristã. É pois tempo de reflexão acerca deste tema ao qual aludiu D. António Montes Moreira aquando da realização da Assembleia Regulamentar do Conselho Central da Sociedade de S. Vicente de Paulo, no passado dia 11 de Dezembro, afirmando: “A Igreja é uma comunidade, e uma paróquia não é uma estação de serviços de assistência religiosa. Uma paróquia é uma comunidade, e vivendo-se bem esse espírito comunitário, então é mais fácil criar movimentos de caridade”.
De facto, vivendo em comunidade, tudo se torna mais fácil, tudo tem mais sentido. Da união de vontades, de projectos e de entendimentos federados à volta do Pároco, pólo aglutinador dos anseios e necessidades da comunidade, resultará por certo uma comunidade mais viva e actuante, um exemplo para aqueles que vivem à margem do Reino de Deus.
Daí a importância de saber viver em comunidade. E, viver em comunidade é alegrarmo-nos com o êxito dos outros; é fazer os impossíveis por participar em todos os actos nos quais a paróquia está envolvida; é contribuir para que tudo corra bem; é sentir como nossa a angústia do fracasso quando algo não corre bem; é saber fazer e saber estar, sempre em espírito de serviço.
Mal vai uma paróquia quando minada por sentimentos de rivalidade, de competição e de ciúmes. Poderá ser um somatório de boas vontades individuais, mas paróquia é que não é.
Com estas considerações, não se pretende criticar nada nem ninguém, mas tão-somente provocar uma reflexão individual e contribuir para um aperfeiçoamento da nossa vida comunitária, da nossa relação com Deus e com os outros.
Graças a Deus que na nossa Paróquia se tem trabalhado e bem. Tal facto é visível na vertente litúrgica, social, catequética, informativa, apostólica, administrativa, etc. …
«A paróquia é a comunidade eucarística e o coração da vida litúrgica das famílias cristãs. (Cat.I. Cat. 2226) O local por excelência para louvar a Deus. Seria impensável pretender estar em íntima união com Deus, sem estar em união com os que se sentam ao nosso lado.
Diz S. João Crisóstomo (Incomprehens 3, 6), que “tu não podes rezar em tua casa como na igreja, onde muitos se reúnem, onde o grito é lançado a Deus de um só coração. Há lá qualquer coisa mais: a união dos espíritos, a harmonia das almas, o laço de caridade, as orações dos sacerdotes”.
Por isso, se queremos viver autenticamente na graça de Deus, não nos resta outra solução senão viver, cada vez mais, em comunidade.
Não desperdicemos oportunidades.
 
publicado por aosabordapena às 14:50

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