Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Abr 08

 

 

Cristo, nosso Cordeiro Pascal, é a actualização do mais profundo significado da Páscoa (1 Cor, 7-8): «Purificai-vos do velho fermento, para serdes uma nova massa, já que sois pães ázimos. Pois Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Celebremos, pois, a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da pureza e da verdade».

Celebrar a Páscoa é assim comprometer-se vitalmente com o anúncio de Cristo ressuscitado. Ela é o memorial todos os dias actualizado no qual somos, simultaneamente, participantes e concelebrantes

Jesus, a grande Luz, é o Salvador. Ele fez-se homem até ás últimas consequências. Até aos trinta anos «cresceu em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens». (Lc 2,52). Foi um judeu normal, com uma vida normal, trabalhador, atento a tudo o que se passava, atento aos sinais, ao que se dizia, à situação existente e ao ar que se respirava na época.

Jesus sai do anonimato através de João Baptista: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo». Vindo de Nazaré da Galileia para ser baptizado por João no rio Jordão, ao sair da água, Deus Pai, com o Espírito Santo, apresenta-o solenemente como seu Filho, que assim inaugura a sua vida pública: «Tu és o meu Filho muito amado, em ti pus todo o meu agrado.» (Mc 1, 9-11)

O seu programa é o Reino de Deus e a Eucaristia faz parte integrante do Reino. Em contraposição ao Antigo Testamento, a Boa Nova de Jesus, faz a pedagogia do sim e põe o acento tónico na pessoa: a salvação é gratuita e ao alcance de todos; Deus é de todos e para todos; é a abertura plena ao universalismo, havendo uma valorização da graça e da pureza de coração.

Para a sua concretização, Jesus prepara-se por palavras e acções. Disso são exemplo as suas refeições: aceita o convite dum fariseu para comer consigo (Lc 7,36); faz-se convidado de Zaqueu, o cobrador de impostos, «desce depressa, pois hoje tenho de ficar em tua casa». (Lc 19,5); convida e prepara o banquete para cinco mil pessoas (Jo 6, 1-71). Jesus ergue o olhar, preocupa-se com a multidão e mandou-a sentar: tomou os pães e ele próprio os distribuiu.

Jesus, os apóstolos, os judeus, a multidão, «o rapazito que tem cinco pães de cevada e dois peixes» e os cede generosamente, são os personagens desta história de amor: Jesus é o Pão da Vida.

Depois, Jesus caminha sobre as águas e passa duma margem para a outra. É o convite à fé, ao abandono e à confiança num Deus misericordioso e pleno de amor, um convite a receber e acolher o Pão do Céu.
O seu percurso é: do pão material passa ao maná; deste à Palavra; da Palavra à pessoa de Jesus e por fim à Eucaristia. Esta actualiza e torna presente a Páscoa de Jesus, celebrada na «sua sala, com os seus discípulos».

A Páscoa de Jesus é uma dádiva de amor por toda a humanidade e as refeições do Ressuscitado – a EUCARISTIA – foram e são um meio de ajudar os seus discípulos a fortalecer a fé em Cristo ressuscitado, um meio de os fazer ganhar coragem para a missão apostólica de que então e hoje ainda os incumbe.

 

 

 

 

 

publicado por aosabordapena às 17:02

02
Abr 08

 

Entre outros, é dever dos vicentinos, comparecer nas reuniões da sua Conferência, salvo por motivos de força maior, participando, de forma activa, na análise e procura de soluções relativamente a todos os assuntos que sejam objecto de apreciação, e empenhando-se pessoalmente na resolução dos problemas, disponibilizando tempo e saber e eventuais influências que possam, de alguma forma, contribuir para alcançar os objectivos definidos.

Além desta participação, é seu dever participar nas Assembleias e outras manifestações promovidas pela Sociedade de S. Vicente de Paulo, seja a nível regional ou nacional.

Esta participação é significativamente importante, não só pelo testemunho colectivo de espírito vicentino que proporciona, como também, pela oportunidade duma interacção entre os vicentinos, qualquer que seja a sua proveniência, que se traduz no reforço da vivência vicentina, pela alegria do encontro, pelo exemplo que motiva, pelo incitamento que desassossega o conformismo e a apatia, pela troca de saberes e experiências que enriquecem.

Por isso, a presença de todos é imprescindível.

 

publicado por aosabordapena às 21:12

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