Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Jul 08

 

 

 

Segundo o Novo Testamento, Tiago era filho de Zebedeu, irmão do apóstolo São João Evangelista.

Tal como o seu pai e o irmão, era pescador no Mar da Galileia, companheiro de André e de Simão Pedro (Mat 4,21-22, e Lc 5,10). Tiago, Pedro e João seriam, de resto, os primeiros a abandonar tudo para seguirem Jesus como seus discípulos, fazendo parte do núcleo mais íntimo de Jesus a quem acompanharam nos momentos decisivos da sua vida, ao participarem na Transfiguração, ao presenciarem o milagre da ressurreição da filha de Jairo, na agonia de Cristo no Monte das Oliveiras (Mat 17, 1 e 26, 37; Lc 8, 51).

Segundo Marcos 3, 17, Tiago e João foram chamados por Jesus como «Boanerges», isto é, filhos do trovão, em virtude do seu temperamento arrebatado (Lc 9, 54).

Tiago é depois citado entre os testemunhos relativos á terceira aparição de Cristo após a sua ressurreição, nas margens do lago de Tiberíades.

Pouco mais se sabe acerca da sua vida, excepto que teria sido mandado decapitar por ordem de Herodes Agripa I, rei da Judeia e Samaria, no ano 42 ou 44, em Jerusalém. É, aliás, o único apóstolo cuja morte vem narrada na Bíblia, nos Actos dos Apóstolos, 12, 1-2: «Herodes mandou matar á espada Tiago, irmão de João».

Vem a propósito a sua vida especialmente neste mês em que a Igreja celebra o nosso padroeiro e a Paróquia se congrega para o venerar com devoção, entusiasmo, espírito de união e sentido comunitário.

O seu exemplo de proximidade com Jesus, o seu voluntarismo, a sua entrega á oração e ao anúncio da Boa nova, o concretizar da promessa feita a Jesus do “podemos” «beber o cálice que Eu posso beber?», são caminhos que o Apóstolo aponta para que também nós, individualmente e comunitariamente, possamos avançar no cumprimento dos desígnios de Deus a nosso respeito.

A Paróquia está em festa nas várias vertentes da sua vivência.

Festa, tempo de júbilo, de anúncio evangelizador, é também ocasião de reforço da co-responsabilidade comunitária, de um pulsar mais intenso como família paroquial que caminha na mesma direcção, de incremento da acção missionária e caritativa em prol de outras igrejas e dos irmãos mais necessitados.

Só assim seremos cristãos. Só assim seremos “pedras vivas” duma Igreja cujo Deus é um Deus de Amor, de Festa e de Perdão.

 

 

 

 

   

publicado por aosabordapena às 22:26

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