Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Abr 10

 

Um dia de Abril

Após o dia da celebração,

Nada resta da festa,

Genuína e verdadeira,

Dos primeiros dias da revolução.

Paira no ar o artificial,

O ritual, a encenação.

No rosto "não há igualdade"

Mas muita desilusão.

No bolso, o salário emagrece

E o sonho, inúmeras vezes, adiado,

Dum posto de trabalho,

Desaparece.

Brumas de corrupção,

De compadrio e ganância,

Toldam o olhar e a razão.

E uma "raiva" incontida,

Impotente,

Invade o coração de muita gente.

publicado por aosabordapena às 21:11

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