Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Jul 09

 

 

É o Movimento dos Cursos de Cristandade a forma e o caminho escolhido pelos cursilhistas para viver e conviver na fé, e também um caminho de santificação pessoal e de exercício apostólico no sentido de dar a conhecer aos outros a infinita misericórdia de um Deus que morreu e ressuscitou para nos salvar, para que também nós, libertos do pecado, possamos um dia igualmente fruir da glória perene que Jesus nos prometeu.

Nesta perspectiva, o MCC é a casa comum que nos alberga, animados de um só espírito e vontade e donde partimos, para que, pelo testemunho e vivência pessoal no dia a dia das nossas vidas, possamos anunciar a toda a gente, aquele Jesus, fonte de água viva que nos interpela e envia como mensageiros da sua doutrina.

Por isso o MCC é a “Casa do Pai”, onde não há lugares marcados nem deve imperar a intriga, a inveja e o ciúme; onde não há ricos nem pobres, onde os cursilhistas se sentam à mesma mesa para falar da sua vida espiritual, dos seus êxitos e fracassos, e onde vão buscar a fortaleza para viver mais cristãmente e ser fermento evangélico nos locais e ambientes que frequentam e por onde passam.

E sendo o MCC “ casa, lar, viveiro” onde germinam as mais diversas flores e árvores, não pode deixar de haver unidade. Unidade nos objectivos, unidade na acção, unidade na conjugação de esforços.

Para além da unidade tem que haver comunhão que dê solidez a essa unidade. Comunhão de ideias, comunhão no sentido da inter ajuda pessoal, comunhão de alegrias e tristezas, comunhão alicerçada pelo amor fraterno que aceita e integra as diferentes sensibilidades e temperamentos, para que a “Casa do Pai” terrena, seja uma verdadeira forja onde se lançam os alicerces dum verdadeiro espírito de grupo e onde se aprendem a estreitar os laços de amor comunitário, nas suas mais variadas vertentes, característica que deve ser primordial dos cursilhistas e que foi o sinal de união e reconhecimento dos primeiros cristãos. Estes «eram assíduos ao ensino, à união fraterna, à fracção do pão e às orações» e «tinham um só coração e uma só alma». (Actos Apóstolos, 2, 42 e 4, 32)

Que melhor caminho podemos encontrar para a transformação do MCC numa verdadeira escola de amor e de comunhão senão seguir o seu exemplo? 

De colores

 

 

 

publicado por aosabordapena às 22:12

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