Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

18
Jun 07

(Discípulos de Emaús)

 

Naquele dia, o Senhor disse: «Vou descer a fim de ver se, na realidade, a conduta deles corresponde ao brado que chegou até mim» (Gn 18, 21)

E Deus assim fez. Desceu à Rua dos Homens e o Seu olhar infinito, abarcando a imensidade do universo, olhou com ternura para os homens e mulheres que mourejam neste planeta.

E o Senhor ficou feliz pelo avanço científico e tecnológico da humanidade, mas decepcionado com os seus comportamentos incoerentes:

- As pessoas amam a vida, mas logo se matam em duras e cruentas guerras;

- Amam as crianças, mas, por vezes, impedem o seu nascimento e condenam-nas à prostituição e ao trabalho infantil;

- Uns têm em demasia e outros passam fome e não têm emprego;

- Gostam de passear nos campos e de subir às montanhas mas, às vezes, “divertem-se” a deitar fogo às florestas e a destruir a mãe natureza;

- Abraçam-se nas igrejas e logo se atropelam à saída e nas estradas que diariamente percorrem.

Vendo a sua conduta, «o Seu coração sofreu amargamente» mas não «se arrependeu de ter criado o homem sobre a terra». (Gn 6,6)

Pelo contrário. Lá de cima, Deus continuou a contemplar com ternura os seus filhos e a respeitar a sua liberdade.

Sendo Amor na sua plenitude, um Deus de perdão e de relação, Ele apenas continua a esperar, com infinita paciência, o seu arrependimento e conversão, pois é Seu desejo que todos sejam felizes.



 

 

 

publicado por aosabordapena às 14:14

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