Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

06
Out 10

 

A festa desceu à rua

Mas o povo não a sente.

Ele é o desemprego

A casa por pagar

Os impostos a subir

E os salários a baixar.

As dificuldades do momento

E a angústia do futuro

Toldam-lhe o olhar

E o discernimento.

AH, a festa!

O povo não a sente

Nem a quer.

Povo sofredor

Obediente

Sobra-te a esperança.

E, mesmo na dor,

Sonhar e lutar

Pois, se o futuro a Deus pertence,

É com as tuas mãos 

Que o podes moldar.

 

 

publicado por aosabordapena às 17:21

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