Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

08
Out 10

Foto de wwwdeolhonotempo.blogspot.com

 

 

Ei-la que cai, densa,

Agressiva e lesta.

Trazida pelo vento

Rapidamente

A terra encharca.

O ribeiro, adormecido,

Acorda estremunhado

E enfurecido

Corre em cachão.

De rompante,

Espraia-se pelas margens

Alaga terras

Invade casas,

Trazendo consigo

Desolação.

De abençoada,

A chuva,

Há muito esperada,

Em maldita se converte.

E impiedosa,

Continua a cair,

Indiferente

À dor de tanta gente.

 

publicado por aosabordapena às 22:29

Paizinho... muitos parabéns pelos poemas, estão lindos. Logo se vê que os gémeos não andam de volta de ti... tens mais tempo para escrever :) Beijinhos
Cláudia a 11 de Outubro de 2010 às 11:14

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