Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

17
Out 11

                                                    

 

Quando olho para ti

Nem sei do que sou capaz,

Apenas me regozijo

Por ter um neto rapaz.

És tu João, o meu João,

Minha alegria e esperança,

Um sonho, uma realidade

Uma dádiva divina.

És um cravo entre as rosas,

As rosas do meu jardim,

Rosto meigo, rosto terno,

Uma ternura sem fim.

 

publicado por aosabordapena às 18:18

Outubro 2011
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