Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Jun 12

 

 

Realizou-se no passado dia 17 de junho no Santuário do Divino Senhor da Agonia dos Chãos e de Nossa Senhora da Soledade a ultreia de encerramento das actividades deste ano pastoral,

Este Santuário situa-se nos Chãos, um pequeno lugar pertencente à freguesia de Salsas, concelho e distrito de Bragança.

Segundo nota publicada no facebook pelo P. António Carlos, “ é fácil encontrar a etimologia da palavra Chãos. Provém do étimo latino planus que na sua evolução deu a forma erudita plano e chão, forma popular. A configuração do terreno, sem acidentes físicos de monta, plano e com alguns lameiros, confirma o significado da palavra em questão, que provém directamente do latim. Chãos seria uma quinta, ou um villar situado na confluência de caminhos importantes que vinham de Bragança para Mirandela e Moncorvo. Nasceu como resultado de uma certa animação comercial.

O santuário do Divino Senhor da Agonia dos Chãos apresenta uma certa grandiosidade. Teve o seu apogeu no século XVIII, tal como os santuários limítrofes. Apesar dos objectivos diferentes, a economia e religião quase sempre se têm amparado. O primitivo santuário aparece como resposta à assistência dos feirantes, mercadores e almocreves, que se dirigiam de Bragança para Mogadouro, Mirandela e Moncorvo.”

Foi neste ambiente agradável que decorreram todas as actividades programadas para a manhã – boas vindas pelo presidente do secretariado, oração da manhã, reunião de grupo e terço, estimando-se a presença de cerca de 200 cursistas.

Depois do almoço servido nas instalações da Confraria do Divino Senhor da Agonia dos Chãos, excelentemente confeccionado e servido na perfeição pelo simpático e prestável pessoal dos Centros Sociais e Paroquiais de S. Roque de Salsas e de Santa Comba de Rossas, teve lugar o rolho a cargo do cursista Marcolino Gonçalves que, fruto da sua vasta experiência ao serviço do Movimento, do seu saber e forma de estar na vida, relembrou o itinerário e as linhas orientadoras que devem balizar a vida de todos os cursistas.

Seguiram-se as respectivas ressonâncias, vivências e testemunhos feitos com o ardor e entusiasmo usuais das nossas ultreias, tendo, no fim, os directores espirituais P. José António e Cónego Manuel João Gomes dirigido palavras de incentivo e congratulação a toda a assembleia.

Ponto alto deste dia foi a celebração da Eucaristia presidida pelo nosso bispo, D. José Cordeiro, tendo concelebrado os directores espirituais, bem com o reitor do santuário P. António Carlos Estevinho Pires.

Na homilia, o bispo diocesano fez um apelo para que todos os cristãos e, em especial, todos os cursistas se empenhem no anúncio do Reino, pois “na Fé não há pessoas reformadas e ninguém está dispensado desta missão”, referindo ser fundamental o papel dos leigos na vida da Igreja, para quem a Palavra de Deus deve ser “ provocação e desassossego, incomodando e não acomodando”.

Finda a Eucaristia, o presidente do secretariado, Cândido Silva, agradeceu a colaboração de todos os cursistas, desejou boas férias, não para a “vida em graça”, mas para retemperar forças com vista a um redobrado empenhamento na tarefa que a todos cabe de evangelizar e de estar ao serviço da Palavra de Deus e da Igreja.

 

publicado por aosabordapena às 16:24

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