Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

08
Mar 04

 

 

 

Decorreram de 22 a 24 de Fevereiro de 2004 as 2ªs Jornadas de Reflexão para Jovens em peregrinação a Santiago de Compostela, subordinadas aos temas: “Caminhos de Santiago” e “A Eucaristia, fonte de Amor”.

Cerca das 15 horas o autocarro transportando 38 participantes, largou das instalações da Paróquia.

Alguma apreensão pelo facto de nesse dia ter nevado bastante, não perturbou a boa disposição reinante, tendo a viagem decorrido com toda a normalidade, ponteada aqui e ali por algumas bátegas de água.

Chegados ao Monte do Gozo pelas 20 horas, era altura de providenciar pelo alojamento e de dar algum conforto ao estômago antes de ir descansar.

A manhã do dia 23 rompeu limpa, fria, mas envolta por um radioso sol de Inverno.

Foi nesse espaço de tempo que decorreram propriamente as jornadas, tendo havido lugar para exposição dos temas em debate, tempo para reflexão em pequenos grupos e, por fim, tempo para plenário, durante o qual os jovens colocaram as suas questões e dúvidas, as quais foram objecto de resposta por parte do nosso Pároco, P. José Carlos.

Da parte de tarde, e sob a orientação do guia D. Jesus Pardo Quiroga, foi-nos proporcionada uma pormenorizada visita guiada a alguns bairros da cidade, monumentos mais importantes e Catedral.

A sua fluência e saber transformaram a visita numa magistral lição de história e de catequese, salpicada de onde em onde por sugestivos e variegados pormenores.

Após o abraço ao Apóstolo e um sentido recolhimento junto do seu túmulo, teve lugar o ponto alto da nossa peregrinação com a Eucaristia celebrada pelo Sr. Arcebispo de Santiago Monsenhor D. Julián Barrio Barrio e concelebrada pelo nosso Pároco e por outro sacerdote espanhol e a Invocação da Paróquia ao Apóstolo.

Foi um privilégio que o Senhor nos quis conceder ao permitir a realização desta celebração nestas circunstâncias, plena de significado e que calou bem fundo nos nossos corações.

Sua Excelência, na homilia teve palavras de muito carinho para com todos e em especial para com os jovens a quem desafiou a “seguir Jesus sem receios”, Ele que está presente na Sagrada Eucaristia, fonte de amor e da força necessária para vencer todos os obstáculos que possam surgir.

Trabalhar ao serviço da Igreja “sem rivalidades e invejas” foi outro dos apelos que Monsenhor D, Julián nos deixou.

Na altura da Acção de Graças, teve lugar o sempre imponente e espectacular balançar do gigantesco turíbulo, o “Botafumeiro”, espalhando incenso de um ao outro extremo da nave do transepto, o espaço mais nobre da Catedral.

No fim da Eucaristia, o Sr. Arcebispo, após ter agradecido a nossa presença, desejou a todos um bom regresso a casa, tendo cumprimentado individualmente os jovens e outros elementos da Paróquia.

A manhã do dia 24 foi aproveitada para comprar os últimos” recuerdos” e após o almoço iniciámos a viagem de regresso a Bragança onde terminámos esta peregrinação do Ano Jubilar Compostelano 2004, por volta das 19 horas.

publicado por aosabordapena às 18:35

04
Fev 04

 

Os jovens, os acólitos, os catequistas e alguns membros da Paróquia de S. Tiago, da Diocese de Bragança – Miranda, Portugal, acompanhados pelo seu Pároco, estão hoje, dia 23 de Fevereiro, aqui, nesta magnífica Catedral, em peregrinação, para orar junto do vosso túmulo, vos venerar e honrar.

A prontidão com que deixastes no barco o patrão e as redes e seguistes Jesus, a firmeza do testemunho que cativou e converteu o vosso guarda e o exemplo de fidelidade ao Senhor por Quem derramastes o sangue, são, para nós, Glorioso Apóstolo, um exemplo de vida a seguir.

Glorioso S. Tiago, peregrino entre os peregrinos, nós vos pedimos pelos nossos jovens e pelos jovens de todo o mundo, pois, preocupa-nos o modo leviano como grande parte deles vive a sua fé.

Pedimo-vos, S. Tiago, patrono da nossa Paróquia, pelo bom andamento do processo de construção do Centro Paroquial que este ano se iniciou.

Pedimo-vos pelas nossas famílias e por todas as famílias da Paróquia, para que se convertam e vivam unidas e em harmonia segundo os ensinamentos do Santo Evangelho, para que sejam tolerantes, para que rejeitem o consumismo e o materialismo exagerados, para que defendam o dom da vida e pratiquem, pela vivência e pelo testemunho, a fé de Cristo na qual acreditam.

Pedimo-vos pelos que não têm fé ou nunca ouviram falar de Jesus, pela paz no mundo, pelos idosos abandonados, pelas crianças vítimas da guerra, da fome e de maus-tratos.

Pedimo-vos pelos doentes, pelos moribundos, pelos desempregados, pelos sem-abrigo e marginalizados da sociedade.

Pedimo-vos, Glorioso Apóstolo, que intercedas junto do Divino Salvador para que floresçam na Igreja, muitas e santas vocações religiosas, sacerdotais e missionárias.

Pedimos a vossa intercessão pelos nossos familiares defuntos e por todos os defuntos da Paróquia para que o Senhor, na sua infinita misericórdia, lhes dê o descanso eterno.

A vossos pés, Glorioso Apóstolo, deixamos as nossas preocupações, problemas pessoais e desejos mais íntimos e pedimo-vos que esta nossa peregrinação sirva para aprofundar e reforçar a nossa fé e para que sejamos capazes de a viver com mais discernimento, intensidade e perseverança.

Pedimo-vos, Glorioso Apóstolo, testemunha da Transfiguração do Senhor, que as nossas vidas e as vidas dos nossos irmãos espanhóis que tão bem nos receberam sejam iluminadas pela graça e a força do Divino Espírito Santo.

Por fim, Senhor S. Tiago, pedimos a vossa bênção para todos nós aqui reunidos e para que regressemos sãos e salvos às nossas terras.

Prometemos voltar pois sentimo-nos bem junto de vós.

Viva o Glorioso Apóstolo Senhor S. Tiago.

 

publicado por aosabordapena às 14:31

03
Jan 03

 

Amanheceu cinzento e chuvoso, o dia 21 de Dezembro de 2002. Uma diáfana neblina conferia ao ambiente o tom característico dum dia de Inverno transmontano.

Na sequência da campanha de recolha de géneros levada a cabo nos dias 7, 8, 14 e 15 de Dezembro nos Hipermercados da cidade e na Igreja de S. Tiago, as Conferências Vicentinas de S. João Baptista e de Nossa Senhora de Fátima, ambas da Sé, e a Conferência de S. Tiago, tinham às 14 horas tudo em ordem para poder distribuir às famílias mais carenciadas, os Cabazes de Natal.

Isolados ou em grupo, foram chegando. Ao todo, novena e quatro famílias de nacionais, bielorussos, russos, ucranianos e comunidade cigana.

No olhar, um misto de tristeza e de expectativa.

Paciente e ordeiramente, aguardaram sentados a sua vez, enquanto uma suave música de Natal amenizava o ambiente.

Nomes e línguas estranhas para os nossos ouvidos, matizadas por algumas palavras em português, ditas com esforço, não foram impedimento para que a comunicação acontecesse e a afectividade aflorasse. Às 17 horas, todos tinham sido atendidos.

Aconteceu Natal. Dar e receber. Um sorriso, um aperto de mão, um brilho no olhar, uma lágrima furtiva ao canto do olho.

Que belas prendas de Natal para os vicentinos de Bragança.

A noite caía. No coração, a alegria de servir e a certeza de que o Natal, para cerca de 200 pessoas, seria um pouco melhor.

 

 

publicado por aosabordapena às 15:11

02
Nov 02

 

Amanheceu ameno o dia 6 de Outubro de 2002 e um sol radioso, conferiu à cidade de Bragança, uma ambiência em que a melancolia outonal, deu lugar a um esplendoroso dia de Verão.

Conforme havia sido programado, realizou-se na Paróquia de S. Tiago, a Assembleia Regulamentar das Conferências Vicentinas da Diocese e uma Eucaristia de acção de graças, pela agregação da Conferência Vicentina de S. Tiago à Sociedade de S. Vicente de Paulo.

Estes dois actos foram presididos por Sua Ex.ª Reverendíssima D. António Montes Moreira, Bispo da Diocese de Bragança – Miranda, coadjuvado pelo Pároco de S. Tiago, P. José Carlos, estando presentes o Presidente e Vice-Presidente do Conselho Nacional, o Presidente do Conselho Central Masculino do Porto e, por representação, a Presidente do Conselho Central Feminino do Porto, as Conferências Vicentinas de S. Tiago, de Santa Maria e de S. João Baptista e de Nossa Senhora de Fátima, ambas da Paróquia da Sé.

Como convidados, e num espírito de comunhão eclesial e amizade fraterna que une a grande família espiritual constituída por todos os vicentinos, onde quer que se encontrem, estiveram presentes elementos das Conferências de Espinho, de Santa Rita e de S. Martinho, da Paróquia de Aldoar – Porto.

A Eucaristia, transmitida pela rádio RBA de Bragança, foi muito participada e um momento de grande elevação espiritual, pela singeleza, pelo brilhantismo que o coro da Paróquia lhe soube imprimir, e sobretudo, pela riqueza da palavra que Sua Ex.ª dirigiu a toda a comunidade e, em especial, aos vicentinos.

Momento alto da celebração foi o compromisso assumido por nove novos vicentinos da Paróquia de S. Tiago e um da Paróquia da Sé, selado pelo beijo trocado com o Presidente do Conselho Nacional da Sociedade.

Após a Eucaristia, teve lugar a Assembleia Regulamentar, durante a qual, os presidentes das conferências presentes e restantes elementos tiveram oportunidade de testemunhar e de referir a actividade das suas conferências, seus anseios, êxitos e fracassos.

Foi um momento de reflexão e de trazer à colação os novos desafios que se colocam a todos os vicentinos, neste mundo em que vivemos e no qual, impera a falta de cultura religiosa e não só, bem como a solidão, numa acepção ampla, na qual se incluem, não só as pessoas que vivem sós, segregadas pela sociedade, mas também, a solidão daqueles que coabitam no mesmo espaço familiar, laboral ou de proximidade.

D. António Montes, encerrou a Assembleia Regulamentar, lembrando aos vicentinos que “não são assistentes sociais, mas Apóstolos de Cristo”, junto, sobretudo, dos que mais precisam.

Terminou este dia vicentino em Bragança com um almoço, o qual serviu para estreitar entre todos, laços de amizade e reforçar a vontade dum cada vez maior empenhamento, na divulgação e cumprimento dos ideais vicentinos.

 

 

 

 

 

publicado por aosabordapena às 21:17

08
Out 02

 

 

Teve lugar no dia 14 de Setembro de 2002, o passeio do grupo coral da nossa Paróquia, a terras de Miranda.

Foi um dia de agradável convívio, de fraterna confraternização, que contribuiu para alicerçar laços de amizade, e renovar a vontade de um empenhamento, cada vez mais activo, na vida da comunidade paroquial.

O tempo esteve a nosso favor. O cruzeiro pelas águas calmas do Douro Internacional, ladeado de altas escarpas e imponentes rochas graníticas milenares, ponteadas, aqui e além, por tufos de vegetação, proporcionou a visão duma esmagadora beleza paisagística, onde pontificam o grifo, a cegonha preta e a águia real.

Foi um momento para reflectir acerca da nossa pequenez, perante a força e a grandiosidade da Natureza, e elevarmos no íntimo do coração, um hino de louvor e agradecimento ao Criador, pela obra magnífica que colocou ao nosso dispor, para desfrutar e preservar.

Seguiu-se uma visita ao Museu das Terras de Miranda, onde nos foi dado apreciar o “modus vivendi” tão característico das suas gentes, artes e ofícios.

Indispensável, como não podia deixar de ser foi a visita à catedral da cidade, cujo ambiente e imponência, convidam ao recolhimento, ao silêncio e oração.

Após um agradável e bem servido almoço, tivemos a oportunidade duma visita guiada ao complexo do aproveitamento hidroeléctrico de Miranda, por parte do pessoal ali em serviço, cuja disponibilidade e simpatia se registam.

A barragem com uma altura máxima de 80 metros acima das fundações, munida dum descarregador de cheias; a central, em caverna, com 80 m de comprimento, totalmente revestida em betão e equipada com 3 grupos de geradores, foram o alvo da nossa curiosidade e admiração.

De regresso, o desvio à Senhora do Nazo, foi incontornável, não só, para pedir a sua bênção, mas sobretudo, para agradecer este óptimo dia em que a alegria e a boa disposição, nunca faltaram.

 

publicado por aosabordapena às 19:26

16
Set 02

 

 
É Setembro. As férias já lá vão, e um novo ano de actividade começa, alterando o calendário tradicional da passagem e início de ano, ocasião mais propícia a comemorações do que ao reinício da labuta diária.
Corpos revigorados, ânimo e esperança redobrados, facilitam esta reentrada efectiva, quando esgotada a ruptura que as férias traduzem, tudo recomeça: retorno às aulas, retoma do emprego, sonhos renovados, projectos de mudança, uma nova forma de encarar a vida.
É neste ambiente que a Catequese, a escola da Fé da nossa Paróquia, se prepara para acolher as crianças e os jovens que iniciam, ou desejam continuar a descoberta do mistério do amor de Deus pelo mundo e aprender que, “estar com Jesus” ou “permanecer n`Ele”, é a grande fonte de alegria e felicidade do ser humano.
Para levar a cabo esta nobre tarefa, são precisas pessoas de boa vontade, não importa o sexo e a idade, que se disponibilizem para os ensinar a amar aquilo e aqueles que Jesus ama.
Ser catequista é deixar o barco na praia e seguir Jesus que promete uma pesca melhor. É, mais pelo exemplo ou testemunho pessoal do que pelas palavras, contribuir para que as crianças e os jovens sintam vontade de entrar em comunhão e na intimidade com Jesus, o Amigo que nunca desilude.
Assim, este apelo é para ti, que, de ano para ano, vais adiando a concretização do desejo de te tornares catequista, “de anunciar Jesus de Nazaré, de “evangelizar” e levar os outros ao “sim” da fé em Jesus Cristo”.
Vem, junta-te a nós. A Paróquia conta contigo. Jesus chama-te. Ele te recompensará.
publicado por aosabordapena às 14:09

08
Jun 02

 

 

Efectuou-se no dia 4 de Maio de 2002, o passeio que, anualmente, se realiza, com a prestimosa colaboração da Junta de Freguesia da Sé, que generosamente, nos disponibilizou meio de transporte, e a quem, publicamente agradecemos.

Este ano, e no mês dedicado à Mãe de Jesus e nossa Mãe, o passeio foi ao Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas, concelho de Vila Flor, com paragem em Mirandela, Vila Flor, e uma breve visita ao Santuário Mariano dos Cerejais, no concelho de Alfândega da Fé.

Alegria e boa disposição animaram os 34 participantes que assim puderam passar um excelente dia de sol, em animado convívio, aprendendo coisas novas, rezando e cantando.

Do Santuário, construção granítica e construído no local em que existiu outrora um castro e que terá sido um óptimo ponto de defesa, pudemos avistar as outras seis Senhoras, bem a espanhola Sanábria, o Marão, Bornes, Montesinho, Faro ou Reboredo e, na planura, o complexo agro-pecuário do Cachão.

A paisagem, pela sua singeleza, encanto e extraordinária dimensão, a todos deslumbrou.

Em Vila Flor, tivemos a oportunidade de visitar a magnífica biblioteca-museu, instalada num edifício do Século XIII.

Na biblioteca, com cerca de 20.000 volumes, são de salientar o foral de 1512, com catorze folhas ricamente iluminadas, o tombo dos bens dos condes de Sampaio, manuscrito e encadernado e com cerca de 20 kg de peso, o tombo da Vila e vária bibliografia do século XVII.

Apraz referir ainda a existência de obras de grande valor pictórico, de imagens e objectos sagrados, numismática e diversos utensílios antigos, cujo interesse e história são relevantes para o conhecimento e conservação da nossa história e cultura.

Foi um dia bem passado em que o ar puro a todos abriu o apetite e o sol ameno, convidou ao gostoso gelado.

Catequistas e jovens da nossa catequese, estão de parabéns, pela participação e forma como decorreu o passeio.

 

publicado por aosabordapena às 18:47

08
Mai 02

 

 

Realizou-se, nos dias 20 e 21 de Abril, a peregrinação nacional da Sociedade, a Fátima, cuja tema, este ano, foi: “2º Mandamento – O Nome de Deus é Santo”.

Esta peregrinação, teve a presença de cerca de 4000 vicentinos, vindos de todo o País e, foi presidida por Suas Excelências Reverendíssimas os Senhores D. Serafim Ferreira e Silva, Bispo de Leiria – Fátima e D. Óscar Braga, Bispo de Benguela, Angola.

A diocese também esteve presente, através da Conferência Vicentina masculina de S. João Baptista e feminina de Nossa Senhora de Fátima, ambas da Paróquia da Sé, e da Conferência Vicentina de S. Tiago da nossa Paróquia.

Do programa, apraz destacar, entre outros momentos, a saudação e consagração dos vicentinos à Senhora de Fátima, a renovação do compromisso vicentino na Capelinha das Aparições, bem como a Assembleia Vicentina que teve lugar no auditório do Centro Apostólico Paulo VI.

Esta teve a participação activa da diocese de Aveiro, a qual está de parabéns pela animação e alegria que soube transmitir e que contagiou a assembleia, mediante a actuação do seu Grupo de Jovens, e a representação cénica que mostrou o modo de ser e viver aveirenses, suas actividades, trajes e figuras, entre as quais sobressai a da Princesa Santa Joana, (diga-se, de passagem, que a Igreja Católica apenas a reconhece oficialmente como Beata), modelo de virtudes e de fé, religiosa beatificada em 1693, pelo Papa Inocêncio XII.

Tanto os cânticos, como a encenação apresentada, deixaram no ar um suave cheiro a maresia.

O desenvolvimento do tema da peregrinação foi, brilhantemente, apresentado pelo P. Carlos Azevedo, vice-reitor da Universidade Católica de Lisboa.

O nome de Deus é para os homens, atracção, temor, respeito e, sobretudo, proximidade: “Moisés desviou o olhar, porque teve medo de olhar para Deus”. “Tenho visto como sofre o Meu povo, por isso, estou decidido a ir libertá-lo”. (Ex 3, 6-8)

Foi ainda referida a urgência de fugir da idolatria, qualquer que ela seja, da superstição, da magia, de não ter medo da opinião pública, de questionar ou recusar o “pronto a pensar” que a televisão, a comunicação social e a publicidade nos querem impor.

Todos os homens são chamados a servir a Deus, e não, manipulando o Seu Nome, a servir-se de Deus e, em Seu Nome, cometer as maiores atrocidades.

Para isso, é necessário que todos O conheçam, e que haja uma disponibilidade interior, uma dimensão espiritual que galvanize as suas vidas, com vista a servir o Deus Vivo, que, por vezes, desconcerta, mas que está sempre pronto a ajudar.

“Senhor, que queres que eu faça?”, deve ser a principal preocupação de todos os cristãos.

Os cristãos e, em especial, os vicentinos, foram desafiados a ser servidores da Santidade de Deus: Deus Santo, para compreender a vida, o cosmos e os sinais dos tempos; Deus Santo, para servir, mediante gestos concretos de serviço; Deus Santo, para celebrar, na alegria e como fonte de esperança.

Todos somos convidados à festa, à gratuitidade da espera, enquanto não formos chamados para entrar na “Jerusalém Celeste”.

Os vicentinos, são pelo seu carisma, chamados a acariciar os carenciados, a abanar os bem instalados na vida, a denunciar as injustiças e a combater as desigualdades.

Deus Santo, pobre e humilde, precisa da nossa ajuda para testemunhar o Seu Amor por todos os homens. Não Lha recusemos.

 

 

 

publicado por aosabordapena às 19:19

02
Abr 02

A Conferência Vicentina de S. Tiago foi fundada no dia 18 de Outubro do ano jubilar 2000.

Desde então, os membros que a compõem, nesta data, oito, reúnem com regularidade, todas as quintas-feiras, às 21 horas.

Da acção desenvolvida ao longo do último ano, apraz registar a sua participação em projectos de ajuda aos mais carenciados, como: Leprosos, Crianças do Afeganistão, campanha de Natal promovida pela Rádio Renascença “Crianças no coração” etc.

Tal não seria possível, sem a ajuda dos benfeitores, aos quais a Conferência agradece penhoradamente.

 No dia 8 de Novembro de 2001, os seus membros decidiram solicitar a sua agregação à Sociedade de S. Vicente de Paulo.

É com todo o prazer, que informamos a Comunidade, de que tal pedido foi aceite pelo Conselho Geral da Sociedade, com sede em Paris.

“Caminhos” felicita a Conferência e o seu conselheiro espiritual, Sr. P. José Carlos.

Oxalá a sua acção progrida cada vez mais, e entusiasme outros elementos da nossa Paróquia no sentido de a integrarem, contribuindo generosamente, com a sua presença, ou com donativos destinados a ajudar os que mais precisam.

 

publicado por aosabordapena às 19:06

16
Nov 01

 

 
Era Dezembro de 1988. A Paróquia da Sé, sensível ao apelo de Sua Santidade o Papa João Paulo II, definiu entre outros, e com vista a uma preparação condigna da celebração jubilar do Ano 2000, o objectivo de publicar um jornal de informação religiosa que ajudasse os paroquianos a interiorizar a mensagem de Jesus.
O seu fim último era e foi, tão só, o de colaborar na divulgação da Palavra de Deus, levando-a de casa em casa, para que no conforto dos seus lares, os leitores pudessem ouvir e meditar a voz do Senhor.
Assim, e em boa hora, nasceu a Voz da Paróquia da Sé, graças à tenacidade e ao empenho pessoal do seu Director, Sr. Cónego António Nogueira Afonso, seu grande dinamizador.
Sem a sua capacidade de trabalho e de organização, o seu talento literário multifacetado, aliás, já demonstrado nas muitas obras que publicou, este projecto não se tinha tornado realidade.
Pela sua mão, fui chamado a colaborar na Voz da Paróquia da Sé.
Após alguma hesitação, dada a minha inexperiência nas lides “jornalísticas”, e assegurada a sua ajuda, decidi aceitar o desafio proposto.
Dou graças ao Senhor pela oportunidade que me deu de, com as minhas humildes e singelas palavras, ter tentado contribuir para a divulgação da sua doutrina.
Com a ajuda do Espírito Santo, a angústia de não conseguir transmitir algo ao papel foi vencida, a inspiração acabou por acontecer, as ideias foram fluindo.
Desta relação que durou três anos, não posso deixar de sublinhar a amizade com que o Sr. Cónego Nogueira Afonso, fez o favor de me brindar, cimentada por uma abertura total, de parte a parte, a aceitação mútua de ideias, discussão de temas, e a consonância comum de objectivos.
Por último, neste número de despedida, quero agradecer a todos os leitores que tiveram a caridade de me ler e desejar-lhes as maiores venturas pessoais, em Cristo Senhor.
publicado por aosabordapena às 15:21
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