Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

28
Mar 10

 

Hoje é Domingo de Ramos, início da Semana Santa, a Semana Maior de toda a liturgia cristã. A sua celebração tem  o carácter festivo da benção e procissão dos ramos e a austeridade da leitura da Paixão.  

No mistério da morte e ressurreição de Cristo está a razão da nossa esperança.

Como óptimo contributo para introdução na ambiência desta semana tão especial, juntamente com a minha mulher, assisti a um concerto coral de música sacra na Igreja de Nossa Senhora de Fátima da Parede onde participaram o nosso já conhecido Coro Vox Maris e o coral de San Mamede de Zamáns - Vigo. A ambos, parabéns pelas excelentes vozes e  suave musicalidade das obras interpretadas.

publicado por aosabordapena às 19:01

14
Mar 10

   A Quaresma é apelo à renovação do nosso compromisso baptismal pelo aprofundamento da vida espiritual, através da oração e meditação assídua da Palavra de Deus, pela vivência da caridade cristã na prática das boas obras e da solidariedade.

   É tempo de penitência como atitude de vida e como sacramento de reconciliação com Deus e com os outros.

   Demos o passo para o Sacramento da Reconciliação e verificaremos que a nossa qualidade de vida espiritual e humana muda para melhor.

 

publicado por aosabordapena às 15:56

27
Dez 09

 http://indexbonorvm.blogspot.com/2009/08/mortificacao-crista-cardeal-desiderio.html

 

 
 
 
É esta a primeira obra de misericórdia corporal que nos impele e estimula para uma acção concreta, para um trabalho prático.
É uma ordem que o Senhor nos dá. Não nos manda investigar ou teorizar acerca da razão porque determinada pessoa ou região do mundo chegou a uma situação de carência, de necessidade, mas sim manda-nos intervir.
Perante quem sofre, o amor cristão e a fé num Deus que se empenhou em matar a fome dos que O seguiam levam a uma atitude activa e urgente se quisermos minorar a sua dor e angústia.
A solicitude para com os pobres faz crescer a fidelidade à nossa vocação cristã, é um testemunho da caridade fraterna, uma prática de justiça que agrada a Deus.
Diz S. Gregório Magno, (Past. 3, 21) que «quando damos aos pobres as coisas indispensáveis, não lhes fazemos generosidades pessoais; apenas lhes restituímos o que lhes pertence. Cumprimos mais um dever de justiça do que um acto de caridade.»
Esta obra de misericórdia é a expressão dum coração capaz de amor oblativo que sabe olhar para as pessoas com a compaixão de Jesus, que, vendo a necessidade alheia seja ela qual for, fica incomodado e tudo faz pelo outro que pode habitar bem perto de si, ou viver lá longe, noutros países mais pobres.
Cumprir esta obra de misericórdia é antes de tudo saber que milhões de pessoas padecem de fome; que em cada 3,6 segundos morre uma pessoa à mingua; significa ter a capacidade de renunciar ao supérfluo, de partilhar qualquer que seja a forma ou o destino, significa intervir pessoalmente para fazer alguma coisa.
Podem ser pequenas gotas, mas não deixam de ser importantes no oceano imenso da necessidade.
Como recompensa, Deus prometeu que faria descer a sua bênção e alegria sobre aqueles que dão «sem que o coração fique pesaroso» (Dt 15, 10) e, no juízo definitivo, há-de dizer «aos da sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, …».
 (Mt 25, 34-35)
 
publicado por aosabordapena às 18:36

19
Dez 09

 

 
O meu amor é o meu peso. Para qualquer parte que vá, é ele quem me leva. O Vosso Dom, Senhor, inflama-nos e arrebata-nos para o alto. Ardemos e partimos. Fazemos ascensões no coração e cantamos o «cântico dos degraus».
É o Vosso fogo, o Vosso fogo benfazejo que nos consome enquanto vamos e subimos para a paz da Jerusalém celeste. «Regozijei-me com aquilo que me disseram: «Iremos para a casa do Senhor». Lá nos colocará a «boa vontade» para que nada mais desejemos senão permanecer ali eternamente.
publicado por aosabordapena às 16:19

16
Dez 09

http://estudoreligioso.wordpress.com/2008/10/20/o-poder-da-orao/

 

 
Orar é dialogar, pressupondo, portanto, duas entidades (emissor e receptor) ligadas entre si por uma corrente de afectividade e confiança.
É nesta base de reciprocidade que o nosso diálogo com Deus se deve processar.
Cada um, porque diferente na maneira de ser, saberá encontrar o ritmo e a forma mais prática e profícua de oração.
São belas as orações que os manuais propõem. Contudo, não será de admirar se, após a recitação duma oração de outrem, repetida por nós, o coração ficar frio, insípido e com uma sensação de desconforto que só a sinceridade dum diálogo aberto, “de olhos nos olhos”, se assim podemos dizer, pode transformar numa experiência de proximidade e intimidade.
Em segredo com o Pai, na montanha ou na praia, deambulando sozinhos ou no meio da multidão, nas viagens, em casa ou no trabalho, o nosso coração deve elevar-se para o Senhor e, livre e espontaneamente, invocá-LO com expressões de cariz pessoal, conformes à situação e estado de espírito do momento, como sendo gritos do coração que só o Pai, na sua imensa solicitude, pode compreender e aceitar.
Esta relação filial, diária e constante, contribuirá, por certo, para uma suave concretização, nesta vida atribulada, do «Saboreai e vede como o Senhor é bom».
publicado por aosabordapena às 14:52

12
Abr 09

                                                                                                                           

Estamos quase a finalizar o Tempo Santo da Quaresma. Tempo de oração, de renúncia e caridade, é a ocasião propícia para acertar bússolas, traçar azimutes e “endireitar veredas”.

Como a natureza ciclicamente se renova, também o homem sente a necessidade de sair da letargia em que vive, da frieza sentimental que o isola, da preguiça religiosa que o paralisa. E a Páscoa, pelo seu profundo significado, tem de ser para os crentes, caminho e motivo de renovação e um profundo acto de fé no futuro. A Ressurreição aponta um caminho novo, um caminho imparável, a vida que se há-de manifestar, as coisas do alto (Col. 3, 1-4)

Daí a alegria esperançosa que suscita. O Senhor ressuscitou! Aleluia.

É a Páscoa, o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da Paixão, a alegria imensa depois da dor intensa.

Cristo ao celebrar a sua última Páscoa deu à comemoração tradicional da libertação do povo judeu um sentido novo e muito mais amplo. Não é um povo, uma nação isolada que Ele liberta, mas o mundo inteiro. A Páscoa cristã, cheia de profunda simbologia, celebra o acontecimento histórico chave da humanidade: a Ressurreição de Jesus, depois da sua morte para resgate e reabilitação do homem pecador.

Páscoa é vitória, é o homem elevado à sua maior dignidade. Diz S. Paulo “Aquele que ressuscitou Jesus Cristo devolverá a vida aos nossos corpos mortais”.

E é esta esperança, agora transformada em certeza, que nos impele a caminhar, até que Ele nos abra as portas da Jerusalém celestial.

Jesus Cristo, Vivo e Ressuscitado é a razão da nossa fé. Sigamo-Lo.

Uma Santa Páscoa para todos.

 

 

 

 

publicado por aosabordapena às 17:50

01
Mar 09

 

É o mês de Março um mês de contradições. Mês de transição nele se processam significativas alterações.

O Inverno agoniza paulatinamente para dar lugar ao tempo primaveril que inunda a Natureza de renovos verdejantes e a suaviza com a beleza das flores e o chilrear das aves.

O frio dá lugar a um tempo ameno. A mudança climatérica é acompanhada pela mudança de hora que vem alterar o nosso ritmo biológico.

Em termos de vivência e aprendizagem espirituais é o mês de Março profundamente enriquecedor.

Tempo penitencial, tempo de renúncia, de desejos de mudança e de conversão que ressoam continuamente no coração do homem que, na procura incessante de Deus, deseja alimentar-se da Sua misericórdia inesgotável.

Tempo Santo da Quaresma. Com o evangelista Marcos, no 1º. Domingo, seguimos Jesus para o deserto, deserto em que, por vezes, se transforma a nossa vida. Lugar de solidão e sofrimento, aí descobrimos, afinal, que é o lugar privilegiado para o encontro com Deus, mediante a conversão interior do coração, imprescindível para entrar no «Reino de Deus que está próximo» (Mc 1, 15).

Subimos, no 2º. Domingo, ao “monte elevado” da nossa insuficiência e descobrimos as maravilhas da Criação, a paz consoladora que inebria o coração daqueles que se deixam transfigurar pela Palavra Salvadora de Deus.

Com João, no 3º. Domingo, assistimos impressionados ao gesto de Jesus que «fazendo um chicote de cordas expulsou os vendedores do templo» (Jo 2, 15), acção simbólica que não se destina a punir transgressores mas a mostrar a Sua suprema autoridade na «Casa do Pai» (Jo 2, 15-16).

No 4º. Domingo, meditamos nas palavras de Jesus referindo ser «necessário que o Filho do Homem seja erguido ao alto, a fim de que todo o que nele crê tenha a vida eterna» (Jo 3, 14-15). É a certeza de que a nossa fé não é em vão e que o amor de Jesus a todos inclui. Basta tomar o caminho do bem que conduzirá à bem-aventurança eterna.

Chegados ao 5º. Domingo, Jesus revela, perante a incredulidade dos seus ouvintes, que «se não crerdes que Eu sou o que sou, morrereis nos vossos pecados» (Jo 8, 24). Jesus revela assim o seu ser divino com a mesma fórmula com que o próprio Deus o fez a Moisés (Ex 3, 14) e diz o Evangelho: «muitos creram nele» (Jo 8, 30).

Terminado este itinerário catequético, de espírito aberto e coração purificado, eis-nos entrados no Abril pascal, primaveril, mês de vitalidade, de emoções e razões para reforçar e viver a fé cristã naquele Jesus que, montado num jumento, símbolo da humildade e da paz, foi aclamado pela multidão na Sua entrada triunfal em Jerusalém; naquele Jesus que, no Seu infinito amor quis ficar connosco até ao fim dos tempos na Sagrada Eucaristia instituída na Quinta-feira Santa; naquele Jesus que foi preso, abandonado e renegado pelos amigos, injuriado, escarnecido e condenado à morte; naquele Jesus que experimentou o silêncio supremo do sepulcro; naquele Jesus que «vencedor do pecado e da morte, é o princípio da nossa justificação e da nossa ressurreição no final dos tempos» (Comp do C.I.Cat, nº. 131).

É Páscoa. O túmulo está vazio. Cristo ressuscitou. Alegremo-nos. Aleluia.

 

publicado por aosabordapena às 17:05

02
Jan 09

 

 

S. Paulo, o convertido, ficou indelevelmente marcado pela manifestação de Jesus Ressuscitado que, pela sua morte e ressurreição, atingiu o zénite do amor à escala infinita, e que, em plena perseguição da Igreja de Deus, o interpela e lhe dá a Sua graça que o transforma radicalmente.

Paulo tão judeu, tão fariseu, tinha apenas a experiência de Deus único, transcendental, que não pode ser visto.

 A sua experiência vai ser a de um Deus nascido criança, feito homem, que morreu crucificado, Deus Vivo Eucaristia, Deus identificado com os marginalizados.

Ele vai estar ao lado dos de mais longe e sentar-se no chão, nos patamares dos irmãos, gratuitamente, por vezes rejeitado, mas nunca derrotado pelas tribulações por que passou, «porque a força manifesta-se na fraqueza» (2 Cor 12, 9).

Esta capacidade de resistência não seria possível sem a graça de Deus na qual Paulo se apoia e que ao longo da vida fez frutificar: «pela graça de Deus sou o que sou» (1 Cor 15, 10).

No mundo vazio de hoje, mundo de solidão, frio e concorrencial, a procura de Deus faz-se procurando fazer do outro um irmão, faz-se, tendo a capacidade de comungar e sentir a dor de tantos homens que por esse mundo fora, sofrem no corpo e na alma.

Estamos a iniciar um novo ano. Os dias, os meses, as estações do ano continuarão a ser iguais aos do ano transacto. Contudo tudo pode ser diferente. Basta que cada um queira colocar Deus acima de tudo e de todas as coisas. Basta um gesto de efectiva generosidade em prol dos que vegetam na “outra margem do rio”.

Acolhamos as exortações de S. Paulo: «revesti-vos, pois, de sentimentos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro. Tal como o Senhor, vos perdoou, fazei-o vós também. E, acima de tudo isto revesti-vos do amor, que é o laço da perfeição» (Cl 3, 12-14).

Feliz Ano, companheiros de 2009.

 

 

 

 

 

 

publicado por aosabordapena às 14:15

04
Set 08

 

 

A liturgia da Igreja celebra, nos dias 14 e 15 do corrente mês de Setembro, respectivamente, a Exaltação da Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores.

Pela Cruz, Jesus mostrou ao mundo a grandeza do seu amor. Ele que era Deus, quis assumir o peso da iniquidade humana, e, sujeitando-se à morte, resgatou-nos do pecado, abrindo caminho à salvação de todos os homens, inclusivamente daqueles que O perseguiram, acusaram e condenaram à morte.

Jesus, Deus feito homem na sua plenitude, sofre dores inauditas – dores corporais causadas pelas vergastadas, pelos espinhos, pelo peso do madeiro que foi obrigado a transportar. Sofre atrozmente, quando os cravos lhe trespassam as mãos e os pés, quando a lança do ódio lhe perfura o peito.

Acresce a este sofrimento carnal, um sofrimento psicológico, motivado pela indiferença dos homens, pelo desertar dos discípulos, pela dor incontida e a impotência dos amigos e, em especial, de Sua Santa Mãe, a Senhora das Dores.

A dor suportada, a morte na Cruz, as lágrimas da Mãe, não podem ser, não são, a expressão do fracasso duma vida e das vidas que com ele se cruzaram, como humanamente seria lógico pensar.

Pelo contrário, são o meio e o caminho para a glorificação, para o cumprimento integral da vontade do Pai, para a plenitude.

Assim, tem todo o cabimento a Exaltação da Santa Cruz. Este é o sinal indelével que marca, desde a infância, a vida do cristão. Por ela, foi-nos conferido o penhor da salvação.

Redimida no lenho da Cruz, a humanidade vencerá as tormentas e as procelas que ela própria fomenta.

Pela Cruz, advém o arrependimento, o bálsamo da reconciliação, o alento na fragilidade, o refúgio na aflição, a bênção santificadora e, chegada a última hora, o passaporte, a esperança duma vida nova na nova Jerusalém do céu.

Alia a Igreja à celebração da Cruz, a festa de Nossa Senhora das Dores.

Maria, co-redentora do mundo com seu Filho Jesus, percorre, desde cedo, o caminho do sofrimento e da angústia.

Vemo-la em Nazaré, perplexa, quando o Anjo lhe anuncia ter sido escolhida para Mãe do Salvador. Enfrentando os comentários dos vizinhos que desconhecem o mistério da Encarnação, não hesita no sim à vontade do Altíssimo.

Sofre quando, não havendo na hospedaria lugar para ela, é obrigada a recolher a um estábulo, onde acontece o nascimento de Jesus.

Corre apressada para o Egipto, de coração inquieto, temendo pela vida de seu amado Filho.

Aflige-se quando O não encontra na caravana, de regresso a Nazaré.

Mais tarde no decorrer da vida pública do Messias, os seus dias e noites ensombram-se, só de pensar que algo de mal lhe poderá acontecer.

É assim o coração da Mãe. Ausente mas sempre presente.

Sentimos a sua ansiedade ao saber de Jesus preso, escarnecido, e a dor atroz quando recebe a notícia da sua condenação à morte.

Acompanhamo-La percorrendo o caminho íngreme e sinuoso da Via Dolorosa, sofrida e angustiada, seguindo os seus passos.

Coração pleno de dor, estremece quando O açoitam, O insultam e O vislumbra no meio da turba, pejado de suor e sangue.

Vemo-La, finalmente, junto à Cruz, assistindo ao desenrolar dos acontecimentos, aguardando, resignada o último suspiro de seu Filho.

Solidários com a sua dor, os discípulos e as santas mulheres choram. A sua dor e gritos lancinantes ainda hoje ressoam aos nossos ouvidos, fazendo-nos estremecer e arrepiar.

O caminho da Cruz foi o caminho dum vencedor. Sê-lo-á também do cristão se, imitando Jesus e a Senhora das Dores, trilhar o caminho da dor, do sofrimento, com resignação e por amor Daquele que ofereceu por nós a Sua própria vida.

Este caminho de redenção, será o cadinho onde a alma se há-de purificar dos pecados e infidelidades cometidos.

Vós, Senhor, que “nos dais a dor como preceito”, e que “feris para curar”, fazei-nos dóceis à Vossa vontade e dai-nos coragem para a suportar, por Vosso amor, por intercessão da Senhora das Dores.

publicado por aosabordapena às 21:57

25
Jul 08

 

 

 

Segundo o Novo Testamento, Tiago era filho de Zebedeu, irmão do apóstolo São João Evangelista.

Tal como o seu pai e o irmão, era pescador no Mar da Galileia, companheiro de André e de Simão Pedro (Mat 4,21-22, e Lc 5,10). Tiago, Pedro e João seriam, de resto, os primeiros a abandonar tudo para seguirem Jesus como seus discípulos, fazendo parte do núcleo mais íntimo de Jesus a quem acompanharam nos momentos decisivos da sua vida, ao participarem na Transfiguração, ao presenciarem o milagre da ressurreição da filha de Jairo, na agonia de Cristo no Monte das Oliveiras (Mat 17, 1 e 26, 37; Lc 8, 51).

Segundo Marcos 3, 17, Tiago e João foram chamados por Jesus como «Boanerges», isto é, filhos do trovão, em virtude do seu temperamento arrebatado (Lc 9, 54).

Tiago é depois citado entre os testemunhos relativos á terceira aparição de Cristo após a sua ressurreição, nas margens do lago de Tiberíades.

Pouco mais se sabe acerca da sua vida, excepto que teria sido mandado decapitar por ordem de Herodes Agripa I, rei da Judeia e Samaria, no ano 42 ou 44, em Jerusalém. É, aliás, o único apóstolo cuja morte vem narrada na Bíblia, nos Actos dos Apóstolos, 12, 1-2: «Herodes mandou matar á espada Tiago, irmão de João».

Vem a propósito a sua vida especialmente neste mês em que a Igreja celebra o nosso padroeiro e a Paróquia se congrega para o venerar com devoção, entusiasmo, espírito de união e sentido comunitário.

O seu exemplo de proximidade com Jesus, o seu voluntarismo, a sua entrega á oração e ao anúncio da Boa nova, o concretizar da promessa feita a Jesus do “podemos” «beber o cálice que Eu posso beber?», são caminhos que o Apóstolo aponta para que também nós, individualmente e comunitariamente, possamos avançar no cumprimento dos desígnios de Deus a nosso respeito.

A Paróquia está em festa nas várias vertentes da sua vivência.

Festa, tempo de júbilo, de anúncio evangelizador, é também ocasião de reforço da co-responsabilidade comunitária, de um pulsar mais intenso como família paroquial que caminha na mesma direcção, de incremento da acção missionária e caritativa em prol de outras igrejas e dos irmãos mais necessitados.

Só assim seremos cristãos. Só assim seremos “pedras vivas” duma Igreja cujo Deus é um Deus de Amor, de Festa e de Perdão.

 

 

 

 

   

publicado por aosabordapena às 22:26

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