Um singelo espaço de reflexão pessoal. Lugar de afectos, espiritualidade e outras coisas da vida.

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Mais de 300 mil pessoas assistiram, no dia 16 de Junho de 2002, na Praça de S. Pedro, em Roma, à cerimónia da canonização, pelo Papa João Paulo II, do Padre Pio.

Aos 15 anos, Francesco Forgione, oriundo de Puglia (Nápoles), teve uma visão e entrou para um mosteiro de Capuchinhos, tendo passado a chamar-se Pio.

Aos 23 anos foi, pela primeira vez, estigmatizado – aparecimento de feridas nas mãos, pés e peito, semelhantes às cinco chagas de Cristo Crucificado.

Estes sinais, aliados ao seu trabalho com os pobres, acabaram por criar à sua volta uma grande devoção popular e fizeram dele uma figura de espiritualidade simples e contagiante.

Morreu em 1968, com 81 anos, tendo sido beatificado em Maio de 1999.

O Vaticano reconheceu como válida, a cura, inexplicada cientificamente, do jovem Matteo Pio Collella, que sofria de meningite, obtida pela intercessão de seus pais, muito devotos do Padre Pio.

No dizer do padre Raniero Cantalamessa, “ o P. Pio é um cireneu do séc. XX. A prova é os seus estigmas mas também as suas larguíssimas jornadas no confessionário. E depois as suas noites dedicadas à penitência, à oração, às lutas com o demónio. Esta é a sua mística de expiação. A sua proposta para o homem dos nossos dias, desorientado pelo materialismo e a secularização, é a santidade. Com o seu exemplo, o Padre Pio, quer-nos dizer que a santidade é um caminho acessível, também hoje”.

 

 

publicado por aosabordapena às 18:57

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